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EXCLUSIVO!
 | | Romana Ramos (Foto: Arquivo da FORCV) |
PAWTUCKET, RI -- Romana Ramos, Diretora Executiva da CACD, contactou a FORCV hoje para contar a sua versão da história que envolve Carlos Tavares, ex-membro do Consellho da Administração daquela organização sem fins lucrativos.
Tavares revelou ontem, atraves do seu camarada Cecílio Cabral, que o Tribunal de Providence obrigou-lhe a pagar a dívida de 1.200 dólares junto com o custo do processo que foi instaurado contra ele por Romana Ramos naquela instância judicial americana. O arguido defende que foi um acto de vingança por ter recusado apoiar o candidato presidencial apoiado por ela nas eleições de Agosto passado.
Por seu lado a Diretora da CACD apresentou uma versão diferente à FORCV. Numa entrevista exclusiva a este portal de notícias, Ramos, imigrante natural da ilha de Santo Antão, funcionária do Departamento da Polícia da cidade de Pawtucket e madrinha de casamento de Tavares, disse que ‘apenas cumpriu o seu papel como Diretora da Cape Verdean American Community Development (CACD)”.
“Amigos, amigos, negócios à parte! Sou a responsável da CACD e cumpro esta papel como seriedade até ao fim”, disse Ramos. "O Carlos fez um empréstimo na CACD, assinou um contrato, prometeu pagar de volta mas quando chegou o momento de pagar, não quis cumprir a sua promessa. Decidi recorrer ao tribunal como o último recurso para fazer-lhe cumprir o seu compromisso”.
Ramos assegurou que “não tem ódio de e nem quer prejudicar a ninguém”.
“Durante o julgamento, o Juíz perguntou ao Carlos se tinha assinado o contrato apresentado pela CACD. Ao responder positivamente, então o Juíz ordenou-lhe a pagar os 1.200 dólares de volta, junto com 200 dólares ao tribunal pelo custo do processo e mais 400 dólares pelas despesas do nosso advogado”, um total de 1800 dólares. “Também ele foi recomendado a escrever uma carta pública para pedir desculpas a mim e a CACD pela cálunia e ofensa ao meu bom nome e à reputação da organização”, revelou Ramos.
"Estamos numa sociedade democrática. O Juíz decidiu o que decidiu e assim fica".
Quando questionada pela FORCV se tinha prometido a Carlos, assim como este disse, que se apoiasse Manuel Inocêncio seria-lhe perdoado à dívida, Romana Ramos não quis entrar em detalhes mas disse que “a política não tem nada a ver com isso”.
“Tenho todas as provas incluíndo o contrato assinado por Carlos e as cartas sobre tudo que aconteceu. Todo o resto do qual Carlos acusou-me não corresponde a verdade”.
CACD debaixo de fogo cruzado da comunidade
Apesar da vitória no tribunal, Romana Ramos e CACD têm sido criticadas por alguns na comunidade de terem possivelmente violado a lei americana que rege o estatuto de 501c3, que qualifica uma organização como "sem fins lucrativos", ao usar - aparentemente com boas intenções - fundos daquela organização, financiada em parte com o dinheiro do público americano, para fazer um empréstimo cujo objectivo foi custear despesas pessoais de um dos então membros do Conselho de Administração da mesma entidade.
A ser provada verdade, esta acusação compromete a CACD perante o Estado americano, principalmente os Serviços de Impostos (IRS) e a Procuradoria Geral do Estado de Rhode Island, que podem penalizar a organização com diferentes tipos de sanções que incluem a possibilidade de revogar o seu estatuto de 501c3.
Montante da dívida de Tavares conseguida com o lançamento da campanha de solidariedade
Um comentarista revelou em FORCV que o arguido conseguiu arrecadar o montante do dinheiro hoje, depois deste portal ter lançado uma campanha de solidariedade aos seus leitores para com Carlos Tavares. Entramos em contacto com o activista comunitário para averiguar esta informação.
“Um amigo meu prometeu-me hoje que vai oferecer-me os 1200 dólares para pagar à CACD e que só posso pagar-lhe o favor de volta quando estiver em condições financeiras”, revelou Tavares. “No entanto, ainda conto com o apoio de amigos para conseguir os 600 dólares para pagar o tribunal e as despesas do advogado da CACD”.
Artigo relacionado: Tribunal ordena Carlos Tavares a pagar a dívida ao CACD
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Comments
Carlos,
Um consedjo de amigo: E um erro grandi fazi divida pa paga outro divida. Fla quel bu amigo se cre djudau, pe dau quel quantia la dia graca como dador animado sima Biblia ta fla, que ca ta espera nada de volta. PAmodi, do contrario, proximo ano e el que ta lebau tribunal pamodi bu ca pagal se divida.
Forsa!
Dja bu bai!?
Bai.
Deus ta bai bu dianti.
Ma lembra ma kantu era 10 hora di noti
4 hora di madrugada,
Bu mian na porta nha caza
Bu mian na porta nha caza.
N odja frieza ta matau
N panhau
N marrau
Na pe di nha kama
N pobu kume na sola nha pe
N fazeu un kaminha na pe di nha kama.
Aian,
Aian
kantu n durmi n spanta
n atxa so bu mandrian
Ku bu kunbinasan.
Nha bedja ka ten mas.
Nha bedja bira kustanfagas.
Ma bu podi bai
Pamo na fin das kontas
o ku inxofri o ku skontra
N ta ben djunta mundu pa ben odja bu 2 odjus
Bota kel 2 bika d'agu
Sima bikas di pa[*********],
Sima kes di fonton....
E quel nho flanu pamo ke el sta tenta kema Nha amigo dentu di Partido?So pamo nha amigo apoia MIS.
Es cusa e sim.
2'Na cova Figueira o Julinho quis reparar o erro ,a desfeita feita ao Aquileu aquando da ida do Julio ao Governo,deixand o a Camara nas maos do Fernandinho e nao do Aquileu,porquan to este era o segundo Homem da Camara.Erro grande e feio.Entao desta vez todos queria o Francisco Mendes, mas o julinho,de noite para o dia,juntamente do Aquileu fizeram milagre.
Nos Mosteiros a presunção de Julinho para com o Pedro fez com que o seu puto Fernandinho despresasse a candidatura Independente do Pedro e ja agora ja temos um novo GIGA dos mosteiros.
Tudo por culpa de Julinho Coorreia.
Ou e Eugenio ou e Julinho.
Camara Cova Figueira dja bai também.Aquileu ka ta ganhal nen picadu.Sem Xexe Aquileu ka ta bai nenhun cau.
Na Mosteiro Fernandinho Dja bai si Pedro cu Eugenio Lopes ka dizisti.
Antan Djarfogo de PAI dja caba na nada.Culpado e Julio Correia.
Julio Correia nunca fazi nada ki bale fora di PAICV.Y dentu di PAI el ca sta fazi tambe nada ki bale.Briga cu Eugenio e big asnera.
Peca publicamente desculpas a Romana, Manuel Inocencio Sousa, jose Maria Neves, eugenio Veiga e de mais dirigentes e militantes do PAICV que chincalhastes durante a primeira e a segunda volta presidencial, aqui se faz aqui se paga.
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