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Monday, 20 May 2013
POLITICS - José Maria Neves fala de democracia

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FORCV
José Maria Neves fala de democraciaPrintE-mail
Saturday, 27 August 2011
Written by FORCV

Entrevista ao Jornal de Angola

jose_maria_neves.jpg

O escrutínio presidencial em Cabo Verde resultou na eleição de um Chefe de Estado que não é do partido governamental, uma novidade no arquipélago. O primeiro-ministro José Maria Neves abordou, em entrevista exclusiva ao Jornal de Angola, a nova realidade política e o papel do partido que lidera, o PAICV.

Jornal de Angola – Pela primeira vez em Cabo Verde, um Governo do PAICV tem de coexistir com um Presidente apoiado pelo MpD. Como vai ser a coabitação entre estes dois órgãos de soberania?

José Maria Neves – Em Cabo Verde as eleições presidenciais não são de base partidária. O presidente eleito foi apoiado pelo MpD, mas não se constituiu após as presidenciais qualquer maioria, de modo que o Presidente ao ser eleito passa a ser o Chefe de Estado de todos os cabo-verdianos. O Presidente não governa, é árbitro e moderador do sistema político do país. Quem governa é um executivo liderado pelo Primeiro-Ministro, a quem cabe conduzir a política interna e externa do país. Mas garanto uma coabitação leal com o Presidente.

JA - O Presidente eleito prometeu respeitar a autonomia do governo, mas também uma presidência activa, como interpreta esta declaração?

JMN - Com naturalidade. As palavras do Presidente têm sido muito positivas e vão no sentido de uma cooperação institucional leal com o Governo. Cabe ao executivo, com toda a autonomia, delinear as políticas internas e externas. O Presidente da República tem poderes importantes, um papel fiscalizador em relação ao Governo e ao Parlamento e tem o poder de enviar mensagens que pode usar para aconselhar e advertir, sendo certo que o Governo vai continuar, nos termos da Constituição, a exercer os seus poderes com toda a autonomia.

JA - Em que terrenos podem a Presidência e o Governo realizar acções conjuntas?

JMN - Existem poderes partilhados. Em relação à nomeação de embaixadores, o Governo propõe e o Presidente nomeia. O presidente do Tribunal de Contas e alguns cargos militares também são nomeados pelo Presidente, sob proposta do Governo e nestes casos tem de haver uma forte cooperação institucional entre os dois órgãos de soberania. Quanto ao resto, o Executivo tem todos os poderes constitucionais para governar. Não prevejo problemas no relacionamento entre as duas instituições.

JA - Como classifica a sua relação com o Presidente eleito?

JMN - São relações institucionais. Deve existir cooperação e lealdade institucional e o nosso relacionamento é sempre abalizado pela Constituição da República.

JA -A abstenção nas eleições presidenciais atingiu mais de 40 por cento, o que significa isso?

JMN - É um dado preocupante e temos de analisar as suas causas, mas o período também não foi o melhor, devido às chuvas e às férias. Mas historicamente, nas eleições presidenciais em Cabo Verde a abstenção tem sido elevada.

JA - Que avaliação faz do papel de Cabo Verde nas organizações regionais africanas?

JMN - Cabo Verde tem um papel de facilitador do diálogo e tem sido um amante convicto da paz e da solução negociada dos conflitos.

JA - Como avalia as relações bilaterais entre Angola e Cabo Verde?

JMN - São excelentes, e mantenho a firme determinação de estabelecer com Angola uma cooperação estratégica. Angola tem um papel fundamental na África Austral e no continente, está a emergir cada vez mais como uma potência, é uma referência no quadro da CPLP e o Governo cabo-verdiano vai continuar a fazer tudo para reforçar a cooperação com Angola.

JA - Fala de cooperação estratégica em que domínios?

JMN - Em todos os domínios estratégicos para o desenvolvimento de Cabo Verde. Existem bancos angolanos em Cabo Verde, cooperação bilateral no sector estratégico dos combustíveis e muitos quadros cabo-verdianos em Angola. Existem ainda perspectivas de reforçar a cooperação nos sectores das pescas, agricultura, transportes, turismo, energia e águas, e no domínio económico empresarial, uma vez que já há empresas conjuntas entre empresários angolanos e cabo-verdianos.

JA - Que espera da presidência de Angola na SADC?

JMN - Angola tem uma importância estratégica na África Austral. Tenho grande esperança na presidência de Angola e espero que contribua para que a região surja como uma comunidade mais integrada, mais forte e mais competitiva.

JA – E a nível da CPLP?

JMN - A nível  da CPLP também. Acho que Angola e o Presidente José Eduardo dos Santos podem desempenhar um papel extremamente importante, tendo em conta a relevância estratégica do país em África e no Mundo.

JA – Qual a posição do seu Governo sobre a situação na Líbia?

JMN - A situação na Líbia é muito complexa. Nós sempre apelámos ao diálogo entre as partes para que se evitasse a guerra, os massacres e as mortes que estão a ter lugar no país. Parece que o governo do Presidente Muammar Kadhafi está no fim e, se assim for, esperamos que as novas autoridades reafirmem a independência da Líbia e sobretudo que coloquem os grandes recursos do país ao serviço do desenvolvimento da Líbia e dos líbios.

JA - Que mensagem deixa à comunidade cabo-verdiana em Angola?

JMN - Uma mensagem de amizade e de solidariedade. A comunidade cabo-verdiana em Angola deve fazer tudo para se integrar e ajudar no desenvolvimento angolano, dando o seu contributo para a construção de uma grande Angola, e continuar unida a Cabo Verde e trabalhar para o engrandecimento do país.

JA - A vitória de um candidato apoiado pelo MpD significa que os cabo-verdianos deixaram de acreditar no seu partido?

JMN - Não necessariamente. Os cabo-verdianos avaliam os candidatos e fazem a sua escolha. Em 2004 perdemos as autárquicas, mas ganhámos as legislativas em 2006, e posteriormente o nosso candidato ganhou as presidenciais no mesmo ano. Em 2008 perdemos novamente as autárquicas e voltámos a ganhar pela terceira vez consecutiva as legislativas com maioria absoluta. Nas presidenciais deste ano o candidato do partido não foi eleito. É uma derrota do PAICV, mas a democracia é mesmo assim. Respeitamos as escolhas e vamos preparar-nos para os próximos embates eleitorais.

JA – É verdade que as sondagens davam uma rejeição do eleitorado ao candidato Manuel Inocêncio de Sousa?

JMN - Eu não sei donde eles tiraram esses dados. Nós realizamos sondagens e em todas as sondagens os três pré-candidatos do partido, designadamente Aristides Lima, David Alfer Almada e Manuel Inocêncio de Sousa ganhavam a Jorge Carlos Fonseca nas eleições presidenciais.

JA – Então o que aconteceu?

JMN - A campanha eleitoral e os incidentes que ocorreram levaram à mudança de atitude dos cabo-verdianos. Mas as sondagens apontavam claramente para a vitória de qualquer um dos pré-candidatos do PAICV.

JA - As divisões no seio do partido afectaram o resultado das presidenciais?

JMN – Foi precisamente isso que aconteceu. Não tivesse havido a divisão e qualquer um dos pré-candidatos ganhava as presidenciais.

JA – Existem feridas por sarar no seio do PAICV?

JMN – Existem danos que devem ser trabalhados para evitarmos novos incidentes dessa natureza. O MpD já passou por isso. Agora tocou ao PAICV, provocando um desgaste que culminou na derrota do candidato do partido. Qualquer candidato do PAICV perdia as eleições devido à divisão.

JA – Conta com Aristides Lima para os novos desafios do partido?

JMN – Conto com todos os militantes e dirigentes do PAICV. Aristides Lima é deputado eleito nas listas do partido.

JA – Que passos são prioritários para a reorganização do PAICV?

JMN – Na prática, estas eleições não deviam ter impacto dentro do partido, porque não são de base partidária. Houve uma certa subversão dentro do partido depois da decisão do Conselho Nacional. O conselho tomou a decisão, por maioria, com rigor e transparência, mas Aristides Lima não aceitou a decisão e houve divisão no seio do partido, com os resultados que conhecemos. A partir de agora vamos reunir os órgãos do partido, fazer um debate sereno e tranquilo, procurar sarar as feridas e unirmo-nos em torno dos próximos desafios eleitorais.

Fonte: Jornal de Angola



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Comments  

 
-3 #1 RABELADO 2011-08-28 09:17
CONCORDO PERFEITAMENTE COM ZEMAS QUE A DIVISAO QUE ELE CRIOU NO SEIO DO PARTIDO QUE LEVOU A VITORIA DE JORGE PQ TODAS AS SONDAGENS DAVA VITORIA AOS PRE-CANDIDATOS DO PAICV E ZEMAS DEVE CORRIGIR O ERRO E UNIR O PARTIDO PARA O PROXIMO EMBATE ELEITORIAL SE TIVESSEM APOIADO LIMA DESDE A PERIMEIRA LIMA GANHARIA LOGO A PRIMEIRA VOLTA E ZEMAS FEZ MAIS CAMPNHA CONTRA LIMA DO QUE O PROPRIO JORGE. JORGE ENTROU NA CORRIDA NA HORA H POR ISSO ELE GANHOU E QUALQUER CACHORRO DO MPD QUE ENTRASSE MNA QUELA HORA H GANHRARIA COMO JORGE E ZEMAS JA DEVE TER GANHADO UMA GRANDE LICAO NAS PRESIDENCIAIS E PARA O PROXIMO VAI DEIXAR SO O LIMA E LIMA VAI GANHAR JORGE NA PROXIMA ELEICAO...
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0 #2 joao dos santos 2011-08-28 09:25
eXMO SENHOR PRIMEIRO MINISTRO NAO HA DIVIDA DE QUE O SENHOR FOI E E UM DOS GRANDES PRIMEIRO MINISTRO DE CABO VERDE, MAS UMA COISA TERA QUE ACEITAR A PERDA PRESIDENCIAL ESTA LIGADO AO DEELIZE DESLEAL DE CONSELHO NACIONAL DE PAICV QUE ESCOLHEU MAU CANDIDATO, SOBRE OU NAO PRESSAO SUA.
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0 #3 José Bouquinhas 2011-08-28 10:03
A FORCV gtem de ler é a entreista que este Pinoquio deu à SEMANA. A FORCV é vista como uma fabrica de noticias falsas diz o Menturoso.

Mas ja lhe dei dois puxores de orelha. Mais nao, porque ja nao tenho paciência para ouvir e ler esse SATANAS da politica caboverdiana. Foi assim:

ias foi por esta razao quer ele chamou dirigentes do MPD [*********]S. Zé Maria pensa que as pessoas nao sabem pensar com as proprias cabeças.Ele pensa que pode dizer todas as suas asneiras e que vamos acreditar nele porque ele é inteligente. Pois bem, Zé Maria que fique a saber que ele nao é nada de inteligente e que ele nao deve ir à Universidade fazer doutoramento mas sim regressar ao Liceu. A propostito como é que ele vai fazer doutoramento se nao tem MESTRADO?!

Este senhor continua a ser um grande MENTIROSO e a sua entrevista é o ninho de contradiçoes. Inclusivamente num mdsmo paragrafo. Ele diz uma coisa que por exemplo nao vai fazer remodelaçao para depois dizer que se pode fazer remodelaçao a toido o momento. Enfim ele diz que o PAICV nao pode organizar primarias para escolher o seu candidato às presidenciais, porque é contra nao sei o quê, mas nao sabe pois é um inculto que precisamente neste momento o partido socialista (paicv NAO é também SOCIALISTA?) de França organiza primarias com 6 candidatos.

Porquê em França é possivel e em Cabo Verde ja nao é possivel tanto mais que sao dois partdos socialistas e de paises com sistemas constitucionais precisamente iguais? Bem, nao vou perder mais tempo com esse Zé Ninguém que pensa que é gente!!!
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-5 #4 José Bouquinhas 2011-08-28 10:48
o PRIMEIRO periodo do meu texto nao saiu; aqui vai:

Zé maria pensa que as pessoas sao burras. Alias foi por esta razao quer ele chamou dirigentes do MPD [*********]S.

Zé Maria pensa que as pessoas nao sabem pensar com as proprias cabeças.
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-2 #5 José Bouquinhas 2011-08-28 11:02
O meu post saiu com ruidos na linha de comunicaçoes mas pode ser lido na FORCV, a tal oficina de noticias falsas como diz o MENTIROSO Zé Maria;

AO SEU APOIANTE [*********], que saiba que chamei ao Veiga cobras e lagartos e ja disse que ele devia demitir-se do MPD por nao ter dado cabo do SATANAS Zé Maria. Logo sou um homem equidistante, distribuindo pauladas a todos. Até ao Zona, que ajudei a ser eleito. Mas foi uma batalha pela democracia, peo povo contra esses corruptos do PAIGCV.

Mas continuo a pensar que Zona so foi eleito porque Neves e Veiga foram cobardes nao concorrendo. Alias mesmo Aristides ganharia Zona. Nao tivesse havido fraude e compra de votos por parte de Neves e Inocêncio, poderia Aristides perder estas eleiçoes? Duvido. Mas o problema é que o proprio Aristides subestimou a maquina diabolica do Neves e fez uma campanha convencido de que ja tinha ganhado.

Alias o proprio povo, apesar da fraude, nao foi votar na primeira volta, porque estava convencido de que Aristides ja tinha ganho e que aqueles que fossem votar chegariampara lhe dar a vitoria. Foi assiM que muita gente pensou na primeira volta.Alias basta ver que quando o povo viu que tinha dormido na forma, foi votar na segunda volta precisamente para se vingar do afastamento de Aristides e para sancionar Neves e Inocêncio.

Esta é que é a realidade dos factos.E temos assim Zona como presidente e qe agora vai colaborar com Neves em vez de tudo fazer para provocar a queda de Neves. Zé Maria tem de ser eliminado pois é o Mal em pessoa. E' um diabo a politica. Sim, ele é um SATANAS!
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-2 #6 Puxao de Orelhas 2011-08-28 12:24
José Bouquinhas!
O Manuel Faustino está a 41 anos consecutivos a viver e a residir fora de Mindelo-São Vicente! Manuel Faustino foi para Coimbra(licenci atura) Sal(PAIGC) Praia-Ministro da Saúde, Brasil-como exilado político, Praia como Ministro da Educação e vive na Praia com a Associação Zé Moniz! O Manuel Faustino tal como o Jorge Carlos Almeida Fonseca nasceram no Mindelo e vivem na Praia! O Onésimo Silveira andou 40 anos emigrado fora de São Vicente(STP-Angola,Suêcia,C hina,Somália, Moçambique, Angola, etc... A e-migração dos Mindelenses e dos Sãovicentinos não impede que os sues filhos mais ilutres de São Vicente sejam eleitos lideres da Nação. José Bouquinhas a quanto tempo estás emigrado fora de Mindelo?35 anos...
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0 #7 antónio dos santos 2011-08-28 13:37
Não compreendo a reserva mental do JMN, face a uma eleição que ele próprio, considerou de justas, e até apelidou o J. C. Fonseca como seu Presidente da República. Tentar reduzir os poderes do Presidente da República, nos termos com os fez nesta entrevista, é de quem tem um mau perder. Ao contrário do que diz, os constituintes, na recente revisão Constiucional, reforçaram os poderes do Presidente, que vai até a dissolussão do Parlamento, o que fará cair o Governo. Aconselho o JMN a ser mais comedido nas suas palavras, porque a força da palavra pode provocar um terramoto quando vem da bôca de pessoas com responsabilidae s, como é o caso do JMN, e não sabe usa-las de forma racional. Não será asneiras ditas pelo JMN, causas do actual clima tenso dentro do Paicv, ao chamar os seus colegas e companheiros do partido de ratos, de desleais e responsaveis pela morte do Cabral? Pois é: não brinque com o JCF, pois o conheço relativamente bem. Podes vir a ficar supreendido se pensares que ele apenas tem poderes repartido e que tu, sim, tens a maioria e que "JMN tal como o MI é Cabo Verde."
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-2 #8 San Patrick 2011-08-28 14:42
A Vida e obra da Helena Fontes-parte 1-Entrevista-Reportagem com o intuito de fazer chantagem, coação, pressão sobre os Serviços da HELENA FONTES: NASCEU CÁ MAS NÃO É CABO-VERDIANA
Nasceu em Cabo Verde em 1964, mas perdeu a nacionalidade por conta de um "mau trabalho" da conservatória, que na altura não averbou o seu assento de nascimento. No ano de 1984, comunicam-lhe que não é cabo-verdiana, porque o seu processo foi anulado. "Frustrada", Helena Fontes está a lutar pelo seu direito há cerca de 24 anos, mas sem resultado. Agora precisa de um visto para Portugal, onde tem vaga para frequentar um curso de mestrado. Se perder esta oportunidade, diz, vai processar o Estado caboverdiano.
Pode parecer um conto, mas é uma situação da vida real. Helena Fontes, nascida em Cabo Verde, perdeu a sua própria nacionalidade e agora é reconhecida judicialmente como cidadã de nacionalidade adquirida.
Fontes quer agora fazer um curso de mestrado em Portugal, mas depara-se com o problema de identificação, o que lhe estorva na obtenção do visto, porque não tem BI e por conseguinte, não pode ter o passaporte.
Mas como desenrolou toda esta história? Helena Fontes explica: "sei que nasci na Praia há 44 anos. Sou filha de pais cabo-verdianos, avós e bisavós cabo-verdianos. E tenho dois filhos cabo-verdianos. Quando vim para Cabo Verde em 1987, fui tirar uma certidão de nascimento e informaram-me que o meu assento de nascimento foi cancelado, porque havia um averbamento feito em 84, que diz que perdi nacionalidade cabo-verdiana, nos termos de artigo de 1976, porque adquiri nacionalidade portuguesa. Acontece que nesta data, em 84, em Portugal, tinha renunciado a nacionalidade portuguesa, que tinha porque era menor. Os meus pais eram funcionários da Administração Pública portuguesa e adquiriram nacionalidade portuguesa. Quando atingi a maioridade, pude manifestar a minha vontade. E assim o fiz: renunciei a nacionalidade portuguesa e está tudo arquivado nos serviços centrais de registo de Lisboa. Perante esta situação fui à direcção-geral dos Registos, pus a questão e disseram-me que não podiam fazer nada, porque estava averbado que eu perdera a nacionalidade cabo-verdiana".
Helena Fontes continuou a luta pela nacionalidade, requerendo a prova documental em Portugal de que tinha renunciado à nacionalidade portuguesa. Demonstrou que os pais eram naturais cabo-verdianos e que ela também nasceu no arquipélago. Nisto tudo descobre que os seus documentos de renúncia à nacionalidade portuguesa, não tinham chegado a Cabo Verde, tendo-se perdido, provavelmente na Embaixada de Cabo Verde em Portugal. Surgiu então mais um cúmplice nesta história. "Eu não tenho culpa dos erros da Administração", diz requerendo a reposição dos factos.
A briga com os registos durou cerca de 7 anos (1987 - 1994), entendo que "não se pode cancelar assentos". Mesmo que eu morra o meu assento de nascimento tem de estar lá, porque é um facto histórico", diz.
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-1 #9 San Patrick 2011-08-28 14:44
A Vida e obra da Helena Fontes-parte 2-
Cansada de brigar com a conservatória e com necessidade de ter documentos, (re) adquiriu a nacionalidade cabo-verdiana. "Para mim foi uma violência tremenda ter de adquirir nacionalidade caboverdiana. Agora não sou nacional originária, mas sim adquirida", afirma revoltada Helena Fontes.
Entretanto, casou-se e se divorciou, sem devida averbação dos factos. "Casei-me em 22 de Abril de 1993 e a averbação é de 2 de Abril de 1993. Divorciei-me em 2 de Junho de 2003 e está averbado que me divorciei a 2 de Junho de 2004", explica. Toda essa situação tem consequências jurídicas.
A juntar a tudo isso, mais uma confusão. Helena Fontes vai à recém-criada Casa do Cidadão e lá descobre que ela existe duas vezes. "Encontrei lá dois registos. Mas não pode ser, porque o meu registo foi feito nos serviços centrais quando adquiri nacionalidade cabo-verdiana. E lá tinham também o meu registo, dos serviços de Registo Civil".
A luta de Helena Fontes recomeçou recentemente, por necessidade de tirar o Bilhete de Identidade para poder ter o passaporte. É que ela precisa de um visto para Portugal, onde tem uma vaga para frequentar um curso de mestrado. Só que o prazo para a aquisição do visto expirou no fim de mês.
Dias antes, em conversa exclusiva com o Expresso das Ilhas, Helena Fontes deixou bem claro a sua intenção em levar o caso às últimas instâncias, caso perca a oportunidade de tirar o seu mestrado, por causa de um erro na Administração Pública. "Eles estão lá para facilitar a vida dos cidadãos e não para complicar", afirma.
Dizendo-se frustrada com a situação, Helena Fontes assegura que vai processar o Estado pelos danos causados. " Tenho o meu orgulho ferido, porque sou cabo-verdiana de origem. Isto mexe com os meus sentimentos, porque sinto-me orgulhosa de ser cabo-verdiana. É frustrante. Se não conseguir os documentos, levanto uma acção contra o Estado, porque não me posso matar e nem a ninguém da minha família".
1-10-2008, 13:40:47
Fonte: http://www.expressodasilhas.sapo.cv/pt/noticias/go/helena-fontes--nasceu-ca-mas-nao-e-cabo-verdiana

A cidadã Portuguesa de origem e de nascença Helena Fontes!
Helena Fontes estudou no liceu em OEIRAS Portugal, na qualidade de cidadã portuguesa. Depois, enquanto cidada portuguesa e com o estatuto de estudante portuguesa ingressa na Universidade de Coimbra e posteriormente na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
O Tio da Helena Fontes(o Eduardo Fontes) é cidadão português e vive em USA e goza e desfruta da sua reforma de Portugal. O Eduardo Fontes ex Director da PIDE no Campo de concentração colonial de Tarrafal de Santiago em Chão Bom de Mangui, não quêr saber nada de Cabo Verde e este mesmo Eduardo Fontes não têm nacionalidade de Cabo Verde!
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-1 #10 San Patrick 2011-08-28 14:45
A Vida e obra da Helena Fontes-parte 3-
Oh, Helena Fontes, porque é que em 1975 não renunciaste à nacionalidade portuguesa e pediste logo a nacionalidade caboverdeana???? A Vera Duarte, o Renato Cardoso, etc... e vários patriótas caboverdeanos ainda estudantes sairam de Portugal e vieram aderir a independencia e depois voltaram como cidadãos caboverdeanos a Portugal e concluiram as suas licenciaturas nas Universidades. A Helena Fontes o que é que fez???? Ficou em Portugal como cidada portuguesa a viver e a comer bacalhau no forno e a beber vinho da bairrada!Helena Fontes onde é que estavas no dia 5 de Julho de 1975? Em Portugal a comer bacalhau e a beber vinho tinto da bairrada!Helena Fontes porque é que não vieste assistir em Cabo Verde o arraiar da Bandeira do PAIGC?
Helena Fontes, tu e a toda a tua família optaram por continuar a serem portugueses até hoje porque a ligação da família FONTES á PIDE de Salazar foi nojenta! E em 1975 os Fontes eram personas non gratas em Cabo Verde! Por este motivo a Helena Fontes só queria ser e saber de Portugal. IUS JUS PATRIUM o principio da nacionalidade que os Estados e os cidadãos aderem aquando das independências da soberania nacional não foi cumprida e respeitada pela senhoritazinha Helena Fontes. ÓH, Helena Fontes os teus pais(PAI e MÃE) vivem super bem com a reforma do Estado português e fora de Cabo Verde!
Entretanto, anos mais tarde acontece uma “reviravolta” que foi o amor entre a irmã da Helena Fontes e o ex Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros do Governo de Pedro Pires o Embaixador A.P.L. cunhado da Helena Fontes! O Embaixador A.P.L. formado em França, diplomata que fala francês exerceu uma influência platónica e amorosa sobre a irmazinha da Helena Fontes!
Fruto deste amor familiar os fontes da noite para o dia passam a ser militantes extremistas do PAIGC! Com esta ligação amorosa-familiar os Fontes passam a ser bem GRAMADOS e AMADOS - tolerados na corte do poder do PAIGC-PAICV! Helena Fontes tu és uma raposa manhosa-manhenta. De bajulação em bajulação a corte do poder do PAICV a Helena Fontes consegue alcansar tudo o que o cidadão cumum e normal não consegue a saber:
-Óptimo emprego de Jurista na CECV!
-Documentos caboverdeanos no Serviço da In- Justiça!
Helena Fontes, assim compreende-se a teu extremismo para alcançar e manter o poder-governativo em CV, porque estão repletos de benesses! Quando se têm uma irmã Ministra ai fica fácil chantagear, pressionar, coagir, manipular e obrigar os Serviços da In Justiça a oferer documentos de nacionalidade caboverdeana.
Helena Fontes tem sempre na bolsa o passaporte português, agora de UE!
Helena Fontes tu és uma portuguesa pura de nascença, de educação, formação e de sangue.
Esta senhora Helena Fontes armada em bom acha que os outros são de Huambo e ela esquece que ela nao é caboverdiana.
.
Ela tem sempre na bolsa o passaporte português, agora de UE, antes falava so português até no mercado da Praia. A Helena Fontes em 1975 recusou em a renúnciar a nacionalidade portuguesa e ela aproveitou-se e muito bem da sua nacionalidade portuguesa e com dinheiro e bolsa e todas as mordomias do Estado português para fazer o curso de Direito(depois de ter sido expulsa por desacatos e mal-criação da Universidade de Coimbra) e na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa a Helena Fontes foi aluna do Docente Universitário o Mestre Jorge Carlos Almeida Fonseca, então assistente universtário na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa! A Helena Fontes por não ter qualidade profissional, intelectual, social, política, mental etc... não conseguu emprego em Portugal e teve de refugiar-se em CV e aderiu ao PAIGC só para ter um emprego e um TACHO. A Helena Fontes é sobrinha do Eduardo Fontes ex Director da PIDE no campo de concentração colonial de Tarrafal de Santiago. O Tio extremista –da- Helena Fontes foi o grande responsável pela tortura fisica e psicológica dos antigos nacionalistas africanos hoje os combatentes da liberdade da Pátria no campo de concentração do Tarrafal de Santiago em Chão Bom de Mangui! É caso para se dizer que o sangue dos “FONTES” da Helena e do seu tio Eduardo já estavam á nascença contaminados pelo extremismo e terrorismo mental contra os cidadãos.
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-1 #11 San Patrick 2011-08-28 14:47
A vida e obra da Helena Fontes parte 4 -
A Helena Fontes, para que todo o mundo fique a saber ela só passou a ter a nacionalidade caboverdeana em 2008 ano em que ela de uma forma pública recorreu ao Jornal “Expresso das ILHAS” para chantagear e pressionar os Serviços da In- Justiça da qual a sua irmã ministrinha inconpentente chefiou! De uma forma pública e sobe coação, pressão e chantagem a Helena Fontes obrigou os Serviços da In-Justiça a OFERECER a ela a nacionalidade caboverdeana. Agora, perguntamos e os outros cidadãos que nasceram em CV que em 1975 optaram também tal como a Helena Fontes por não renùnciar a nacionalidade caboverdeana não terão direito também a receber a nacionalidade de Cabo Verde?
Agora, ela a Heleninha Fontes-inha arma-se em caboverdiana de gema com direito para chamar os outros de estrangeirados. Ligia Lubrino Dias - Fonseca é de Moçambique, e ela, de onde é? Helena Fontes tu não és portuguesa de origem? Sim, Helena Fontes é portuguesa de origem nascida, vivida, educada e criada sempre sob a bandeira portuguesa quêr no Ultramar portugês e também na metrópole portuguesa(Port ugal continental). Helena Fontes tu és uma portuguesa pura de nascença, de educação, formação e de sangue.
A Helena Fontes que desde os tempos de Moçambique e Angola, Portugal e Cabo Verde até no mercado da Praia Capital só falava português porque os pais dela nunca apreenderam e recusam a falar o crioulo das ilhas é que vem com lições de superioridade barata de caboverdeanidad e?
Esta [*********] fera ja devia estar internada num hospicio em vez de continuar a sugar o nosso sangue e a nossa mente atravês do tacho que lhe foi oferecido por JMN na CECV- Caixa economica de Cabo Verde. Oh Leta, va se pentear melhor, ja estás a rugar de tantas baboseiras que falas. Helena Fontes porque nao falas com Manuel Faustino na Trindade?

Conclusão!
Ai, está muita gente DOIDA ferrenha do PAIGC-PAICV que mantiveram a nacionalidade escondida e não renunciaram e usufruem a vida com as excelentes oportunidades que a cidadania portuguesa oferece (pensões, emprego na europa, circulação livre, bolsa de estudos, etc, etc...) Gritam muito Independência mas na hora da verdade lembram que a dependencia é a mais cruel realidade e situação que Cabo Verde herdou desde a sua fundação á 550 anos. Como o Jornal Asema estava de férias a Helena Fontes que têm uma doença mental de origem genética, socorreu-se do Expresso das Ilhas para pressionar, chantagear, coagir, manipular e obrigar os Serviços da In-Justiça a oferecer a ela a nacionalidade de Cabo Verde!
Quando, asemana está ko, recorre-se ao grande expresso da liberdade para tentar manipular factos que deram tortos porque lá o PAIGC-PAICV, resolveu criar uma maldita lei que tirava a dupla nacionalidade aos caboverdeanos... Ora bem, não foi em 1984 que estudantes bolseiros com dupla nacionalidade tinham de optar entre nacionalidade caboverdeana ou portuguesa? Se foi o seu caso e se a senhora Helena Fontes quis ser portuguesa ela que tenha paciência agora não pode ser caboverdeana. Helena Fontes Vai enganar outra. PELO QUE SEI NO CONCEITO DA SENHORA HELENA FONTES O JORNAL EXPRESSO DAS ILHAS É UM JORNAL DE QUINTA. AGORA NO MOMENTO DE “AFRONTA” A SENHORA LEMBRA QUE O JORNAL SERVE.
Tudo isso fica mal, ela critica tanto o Expresso das ilhas e veio aqui com lamúrias? Imagina passas a vida a criticar que quem critica o governo é contra o país agora vens choramingar. Agora também és "contra o país"? Pelo que sei, e pelo sim o artigo surtiu efeito. Segundo ouvi a Srª Helena Fontes no dia que saiu o jornal, recebeu a sua certidão de registo e o BI de cidadã nacional originária. Como Pode? Tamanha sujeira e in-justiça ser cometida com um autêntico atropelo ás leis da República de Cabo Verde! Helena Fontes porque non te callas, criatura?
Agora, todos os caboverdeanos da grande diáspora que não renunciaram a nacionalidade em 1975 e 1984 VÃO TER DE SER benefeciados como a Helena Fontes foi por ter pressionado e usufruido das benesses do poder da ministrinha do governo! Helena Fontes os Serviços existem para cumprir as leis da República! Os serviços não existem para facilitar e muito menos para complicar! Os serviços publicos existem para o cumprimento estrito e rigoroso da lei e mais nada!
Helena Fontes! Só se pode dizer ficas "portuguesa" e és portuguesa e pronto.
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+2 #12 Patricio_Limunba 2011-08-28 16:43
Oh Patricia,
Deixa de ciume, demagogia e nacionalismo barato.Não há mal nenhum em Helena Fontes ser portuguesa e ser caboverdiana, é uma opção. Se desse esta opção fosse disponível à maioria, ia ver que a independência de Cabo Verde acabaria. Que se saiba antes da independência as pessoas eram oficialmente portuguêsas ou viviam sob a jurisdição de Portugal.
Em que país tu vives e qual a sua nacionalidade?
Aquilo que afirma sobre a Helena Fontes vai ao abono dela. Ela tomou decisões acertadas na vida e provou assim não ser extremista, como alguns desorientados que cita, que foram na realidade autênticos agitadores esquedistas, responsáveis pelo aventureirismos político e pelos acontecimentos tristes que aconteceram em Cabo- Verde no perído antecedendo a independência.
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-3 #13 San Patrick 2011-08-28 17:53
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio:
O último director do Tarrafal
Eduardo Vieira Fontes foi director do campo de trabalho até ao 1.º de Maio de 1974. Com 86 anos, vive nos EUA e falou pela primeira vez com um jornalista.
José Pedro Castanheira enviado a East Providence (EUA)
20:49 Quarta feira, 29 de abril de 2009


Olhe que eu não vou dar-lhe nenhuma entrevista", advertira Eduardo Fontes ao telefone, num dos vários contactos entre Lisboa e East Providence. "Mas está disposto a conversar comigo?", insisti. "Certamente. E terei muito gosto em recebê-lo em minha casa". De permeio, trocámos livros: sabedor de que o tema lhe interessaria, enviei-lhe o meu "Quem Mandou Matar Amílcar Cabral?", a que ele retribuiu com o seu "Guia de Marcha. Notas da Memória", uma edição não comercial feita na Lousã, de três centenas de exemplares para familiares e amigos.
Aliás, a primeira coisa que me disse, mal abriu a porta de sua casa, foi que não gostara nada de uma coisa no livro. E que foi? - indaguei com o olhar, preocupado. "Quando fala do Tarrafal, diz sempre que era um campo de concentração. Isso não é verdade e é injusto" - protestou, desapontado. Para começar a conversa, não estava nada mal...

Com 86 anos de idade, Eduardo Fontes nunca fora abordado por nenhum jornalista curioso.
Desconfiado, não parecia nada interessado em recordar coisas que poderiam ser consideradas menos boas de uma longa carreira de funcionário ultramarino. Prometi que iria passar a chamar ao Tarrafal Centro de Trabalho, que era, em bom rigor, o seu verdadeiro nome. Promessa aceite, reiterou que não iria dar nenhuma entrevista. Claro, tranquilizei-o, só quero conversar para um trabalho que estou a preparar sobre o campo de trabalho. "Mas porquê este seu interesse?" - quis saber, com ar acossado. Contei-lhe do meu gosto pela memória e pela história. Que apenas me movia uma imensa curiosidade, desde que, em Outubro passado, num colóquio na Assembleia da República, alguém afiançara que o último director do Tarrafal ainda estava vivo. Para demonstrar a minha inteira boa-fé, pu-lo a par de algumas pesquisas que fizera. Descobrira, por exemplo, que a PIDE vigiara os seus passos no Tarrafal. De uma sala contígua, começaram a surgir os rostos curiosos de uma, duas, três filhas, que encorajei ao diálogo. Mais esperançado, disse que era portador de mensagens de dois ex-presos. Pedi-lhe para as ler. Ouviu-as em profundo silêncio e crescente emoção. Nestas andanças, já tinham passado três horas. E outras iriam passar, porque o muro da desconfiança voltou a erguer-se quando pedi autorização para tomar notas no meu caderno. "Mas notas para quê, se é só uma conversa?"
Não me vou alongar com mais pormenores de bastidores.
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-3 #14 San Patrick 2011-08-28 17:55
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio:
O último director do Tarrafal
Eduardo Fontes acabou por me convidar para almoçar no dia seguinte. Escolheu o restaurante açoriano O Dinis, onde partilhámos um Porta da Ravessa branco e umas simpáticas amêijoas à Bulhão Pato. Depois da bica, voltámos à sua casa. Já tranquilo e descontraído, abriu a memória e o coração, ao mesmo tempo que ouvíamos na rádio o relato do Porto-Manchester. Aceitou responder a um cerrado questionário de quatro ex-prisioneiros e só não permitiu ser fotografado. A viver há mais de trinta anos dos EUA, continua a pensar e a viver em português. Segue diariamente a RTP Internacional, chegou a assinar o Expresso e lê o "Portuguese Times", onde colabora. As férias de Verão são numa casa da Damaia. Se fala crioulo com a mulher, com os filhos é em português e lamenta não o fazer com os netos. De Cabo Verde, guarda rancor. Nunca mais lá foi. E não perdoa às autoridades da sua terra, que esperaram pelo último dia de 1980 para o declarar "inimigo do povo" e confiscar sem contrapartida todos os seus escassos bens imóveis. Jamais equacionou pedir a nacionalidade cabo-verdiana. Bastam-lhe a portuguesa e a americana. Mas é com gosto que recebe, em casa, a sobrinha Cristina Fontes, a influente ex-ministra da Defesa de Cabo Verde, e o marido Tony Lima, embaixador na ONU. Nunca se cruzou com nenhum dos presos de que foi carcereiro. "Caluniaram-me, mas já lhes perdoei. Terei a minha mão estendida a qualquer um que me queira cumprimentar de mente limpa". Rígido e escrupuloso, faz questão de cumprir os seus direitos e deveres. Como o de votar. "Como foi nas presidenciais?", pergunto, a medo. "Cavaco". "Eu quero saber é aqui..." - insisto, com receio de forçar. "Aqui?", espanta-se, com um sorriso largo. "Obama, claro!"


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-ultimo-director-do-tarrafal=f511358#ixzz1WMfFywTH

Mensagens dos irmãos Pinto de Andrade
Os irmãos Vicente e Justino Pinto de Andrade pediram ao Expresso para fazer chegar a Eduardo Fontes uma mensagem. Ambos foram libertados do Tarrafal, onde estiveram quatro anos, a 1 de Maio de 1974. Militantes críticos do MPLA, viriam a ser presos após a independência de Angola, sob o regime de Agostinho Neto. Justino, de 61 anos, é o director da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica de Angola. Vicente, de 59, lecciona na mesma universidade e é candidato à Presidência da República. "Agradeço que transmita os meus cumprimentos ao sr. Eduardo Vieira Fontes", disse ao Expresso, por email, Vicente Pinto de Andrade. "Diga-lhe, por favor, que não guardo nenhum ressentimento contra ele. Comecei a ter estima por ele no dia em que nos emprestou uns discos com mornas de Cabo Verde. E eu, neto de cabo-verdiano de Santo Antão, aprendi a gostar de mornas e coladeras ainda criança, numa família em que o peso da minha mãe foi muito grande. Reconciliei-me com ele nesse dia, esquecendo-me dos castigos que sofri por ter sido um pouco 'rebelde', tal como o meu irmão Justino". Também por email, Justino Pinto de Andrade pediu para enviar "um abraço meu ao 'Dadinho' Vieira Fontes. Deve estar velho... Não guardo qualquer rancor ou sentimento negativo para com ele. Senti, ao longo daqueles anos, que ele tinha alguma simpatia por mim, sobretudo pela minha irreverência. Seria bom ainda nos vermos, em vida. A fase pior das nossas vidas já passou. Ele jogou o seu papel, eu o meu. No fundo, o regime de então condicionou-nos a todos. Diga ao 'Dadinho' Fontes que eu senti da parte dele, não obstante todo o papel que ele desempenhava, alguma amizade por mim e pelo meu irmão. Talvez porque fôssemos de uma família que ele conhecia e respeitava".


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-ultimo-director-do-tarrafal=f511358#ixzz1WMgs9lCI
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-2 #15 San Patrick 2011-08-28 17:57
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio: O Jornal Expresso encontrou o último director do campo do Tarrafal
35 anos depois do 25 de Abril, um repórter encontrou-se com o último director da mais tenebrosa das prisões da ditadura. Nascido em Cabo Verde, Eduardo Vieira Fontes tem 86 anos e reside nos EUA.
José Pedro Castanheira
18:08 Quarta feira, 22 de abril de 2009

Eduardo Vieira Fontes, mais conhecido por "Dadinho", dirigiu o Campo de Trabalho de Chão Bom, no Tarrafal, na ilha de Santiago, durante os últimos sete anos da ditadura.
O 25 de Abril só chegou àquela prisão uma semana depois, a 1 de Maio, quando foram libertados todos os 51 prisioneiros políticos que ali cumpriam pena, pertencentes aos movimentos de libertação de Angola e Cabo Verde.
Os prisioneiros angolanos pertenciam às três organizações nacionalistas: UNITA, FNLA e MPLA. Estavam ainda presos no campo quase uma vintena de militantes cabo-verdianos do PAIGC.
Eduardo Fontes deixou Cabo Verde em Junho de 1974 e acabou por se fixar, com a mulher e os seis filhos, no estado norte-americano de Rhode Island, onde está radicada uma numerosa comunidade cabo-verdiana.
Ex-funcionário da administração ultramarina, mantém a nacionalidade portuguesa, ao mesmo tempo que adquiriu também a nacionalidade americana. Nunca mais voltou a Cabo Verde.



Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-expresso-encontrou-o-ultimo-director-do-campo-do-tarrafal=f510340#ixzz1WMdekg5k


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-expresso-encontrou-o-ultimo-director-do-campo-do-tarrafal=f510340#ixzz1WMdVYmSS

O tenebroso cavalheiro deveria estar na prisão a saborear os mesmos "pratos" que forneceu aos "seus" prisioneiros. Mas não, está nas Américas e, para se prevenir até tem dupla nacionalidade. O problema é que ainda deparamos de vez em quando com ex-agentes da PIDE, que andam por aí à solta e nem sequer conheceram um dia de prisão por conta dos crimes que cometeram. Ou as penas são apenas para "crimes de guerra"? A PIDE deu guerra ao Povo Português durante décdas e os seus agentes andam hoje a beneficiar de reformas da função pública como se tivessem sido jardineiros no jardim do Carmo! Em vésperas de celebração do 25 de Abril de 1974, mexe com o sistema nervoso o que ainda ficou por resolver. E não é por vingança, mas apenas por justiça.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/o-expresso-encontrou-o-ultimo-director-do-campo-do-tarrafal=f510340#ixzz1WMdyIx9A
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-1 #16 Rato roedor 2011-08-28 18:04
Zuquinha disse hoje que foi o FORCV na Cabovideo que foi o FORCV que deu vitoria ao Dr JCF. Se for Thank you Forcv. Zuquinha ba tra pull. hihihihihihihih ihihihihihihihi h ii. Doidao di Fogo.
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-3 #17 San Patrick 2011-08-28 18:11
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio:
O último director da prisão do Tarrafal vive nos EUA

Eduardo Vieira Fontes declara-se "de bem com a consciência" e
sente apenas a frustração de muitos que passaram pelo chamado Ultramar
português:
"Nunca pensei em Portugal e nas colónias em termos de Império Colonial.
Acreditei que Portugal seria capaz de construir uma comunidade de nações
amigas, cada qual com o seu Governo e Parlamento, que pudessem enfrentar
juntas o futuro, com mais segurança que agora. Era esse o meu sonho, e não
esse império".
Para Eduardo Vieira Fontes, Cabo Verde deveria ter sido uma região autónoma
como os Açores e a Madeira:
"Cabo Verde, o povo não lutou pela sua independência. E os políticos
combateram foi pela unidade da Guiné com Cabo Verde. Eu não concordava com
isso. Por Cabo Verde, aceitaria; com a Guiné, não! Mas o povo não foi
consultado. E Portugal abandonou Cabo Verde como não abandonou os Açores ou
a Madeira. É isso que nunca entendi e não posso esquecer".
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-2 #18 San Patrick 2011-08-28 18:13
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio: O último director da prisão do Tarrafal vive nos EUA

A propósito do 35º aniversário do 25 de Abril, José Pedro Castanheira,
repórter do jornal Expresso, de Lisboa, deslocou-se a East Providence, RI,
para entrevistar Eduardo Vieira Fontes, o último director da cadeia do
Tarrafal, na ilha de Santiago, Cabo Verde, também conhecido por "campo da
morte lenta", nome que ficou conhecido por aqueles que lá estiveram. A
prisão foi criada pelo governo português em Abril de 1936, sob o nome de
Colónia Penal do Tarrafal/Campo de Trabalho de Chão Bom. Durante os 38 anos
em que funcionou, estiveram no campo 340 presos políticos, muitos dos quais
ali morreram e sobrevivem apenas cerca de 50.
Conhecido em Cabo Verde por Dadinho, Eduardo Fontes está com 86 anos e foi
um dos muitos caboverdianos que fizeram carreira na administração
ultramarina. Chegou a secretário do seu compadre Morais Martins, secretário
geral de Angola nos anos 60, quando Silvino Silvério Marques foi governador
geral (1962-1966).
Quando Rebocho Vaz substituiu Silvino Silvério Marques, em 1966, Dadinho
aceitou o convite para dirigir a Colónia Penal do Tarrafal. Ainda que ser
carcereiro não fosse propriamente a sua ambição, de certo modo foi uma
promoção na carreira administrativa e, sobretudo, um regresso a Cabo Verde.
A prisão foi encerrada a 1 de Maio de 1974, uma semana depois do 25 de
Abril e libertados todos os 51 presos políticos angolanos e cabo-verdianos
que ali cumpriam pena. Dadinho deixou Cabo Verde em Junho de 1974 e fixou-se
com a mulher e seis filhos em East Providence. Mantém a nacionalidade
portuguesa e adquiriu também a americana. Nunca mais voltou a Cabo Verde e
vai lançar um livro onde contará as suas vivências durante os sete anos que
dirigiu a famigerada "prisão da morte lenta".
José Pedro Castanheira confrontou Dadinho com várias perguntas formuladas
por antigos prisioneiros do Tarrafal: os irmãos angolanos Justino e Vicente
Pinto de Andrade (respectivament e director da Faculdade de Economia e Gestão
da Universidade Católica de Luanda e ex-candidato à presidência da Angola),
o antigo deputado português Edmundo Pedro, um dos primeiros prisioneiros
enviados por Salazar para o Tarrafal e Luís Fonseca, um dos mais cotados
diplomatas cabo-verdianos (esteve à frente das embaixadas em Haia, Moscovo e
PNU).
Os quatro participaram recentemente em Cabo Verde num simpósio sobre o
Tarrafal promovido pela Fundação Amilcar Cabral e patrocínio dos governos de
Cabo Verde e Angola.
Fonseca lembrou que no dia da sua chegada à prisão, onde esteve três anos,
o director mandou sair da cela disciplinar o poeta angolano António Cardoso
e ordenou ao chefe dos guardas que lhe desse uma "tosa".
"O António Cardoso não se levantou quando eu passei por ele. Ora, quando eu
recebia os presos no meu gabinete, levantava-me e recebia-os em pé, com todo
o respeito. Exigia que me tratassem de igual modo. Admoestei-o por isso, ao
que ele respondeu de uma forma intempestiva e agressiva. Mandei então um
guarda pô-lo na cela disciplinar, mas ele atirou-se ao guarda, que puxou do
bastão e abriu-lhe uma pequena ferida no sobrolho. Mas não foi sovado.
Aliás, depois, até chamei o guarda e recriminei-o: "Não devia ter feito
aquilo". Mandei-o depois para a cela. Foi isto que se passou. As cadeias têm
as suas regras".
O guineense Aristides Barbosa beneficiou enquanto recluso de privilégios
especiais do chefe dos guardas, de nome Reis. Foi libertado em 1969,
regressou a Bissau e foi mais tarde associado ao assassinato de Amílcar
Cabral, tendo sido condenado à morte e executado. Estaria o director da
prisão a par das relações de Barbosa com a PIDE e dos planos para eliminar
Cabral?
"Não! Se eu soubesse, dava com a língua nos dentes, através do governador de
Cabo Verde, que não deixaria de alertar o governador da Guiné. Eu era amigo
e admirador de Amílcar Cabral. A minha mulher também. Era um rapaz sensato e
educado. É pena que o governo central não tivesse ouvido o Amílcar como ele
queria. É muita pena".
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-1 #19 San Patrick 2011-08-28 18:15
A vida e a obra da Helena Fontes! Selvática, mal criada, extremista e radical a Helena Fontes só podia ter como tio: O último director da prisão do Tarrafal vive nos EUA

Decorridos 35 anos sobre o encerramento do Campo da Morte Lenta, Eduardo Vieira Fontes declara-se "de bem com a consciência" e
sente apenas a frustração de muitos que passaram pelo chamado Ultramar
português:
"Nunca pensei em Portugal e nas colónias em termos de Império Colonial.
Acreditei que Portugal seria capaz de construir uma comunidade de nações
amigas, cada qual com o seu Governo e Parlamento, que pudessem enfrentar
juntas o futuro, com mais segurança que agora. Era esse o meu sonho, e não
esse império".
Para Eduardo Vieira Fontes, Cabo Verde deveria ter sido uma região autónoma
como os Açores e a Madeira:
"Cabo Verde, o povo não lutou pela sua independência. E os políticos
combateram foi pela unidade da Guiné com Cabo Verde. Eu não concordava com
isso. Por Cabo Verde, aceitaria; com a Guiné, não! Mas o povo não foi
consultado. E Portugal abandonou Cabo Verde como não abandonou os Açores ou
a Madeira. É isso que nunca entendi e não posso esquecer".
Outro dos que participou na reunião evocativa do Tarrafal foi o escritor
Luandino Vieira, que também se propõe escrever sobre o "campo da morte
lenta".
Nascido português em Lagoa de Furadouro, Ourém, em 1935, José Vieira Mateus
da Graça fez-se angolano "pela sua participação no movimento de libertação
nacional" de Angola, diz sempre a badana dos seus livros. Foi preso antes da
guerra colonial, em 1959. Voltou a ser preso, e condenado a 14 anos de
prisão em 1961, tendo saído do Tarrafal em 1972 em liberdade condicional.
Em entrevista ao diário O Público, Luandino Vieira também lembrou Eduardo
Vieira Fontes:
"Só se pode analisar a acção dele pensando que era da escola colonial e que
tinha uma formação católica arreigada, a ponto de ter feito cursos de
cristandade. Então ele chegou perfeitamente convencido da bondade da missão,
de que era para nosso bem. Mas convicto! Quase todos os dias entrava na
cozinha, vistoriava tudo. Claro que não alterava o menu, o campo seguia a
sua rotina, arroz com atum. Estivemos nove meses a comer atum todos os dias.
Almoço e jantar. Quando não era com arroz, era com mandioca".
Curiosamente, os irmãos Justino e Vicente Pinto de Andrade enviaram uma
mensagem a Vieira Fontes pelo Expresso dizendo que não guardam ressentimento
e Luandino Vieira fez o mesmo no Público: "Não guardo nenhum ressentimento
ao Eduardo Vieira Fontes. Compreendo perfeitamente o homem e compreendo-o na
função que estava ali a exercer. E eu estava no meu lugar (...) Escrevi-lhe
três ou quatro postais. Por altura do Natal ou por agradecimento pelo modo
como tinha tratado a minha mulher durante uma visita a Cabo Verde, em 1970,
para me ver. Penso que em todos esses postais está aquilo que devo a
qualquer pessoa. Não é amizade, é o respeito e a gratidão pelas coisas que
fazia - e que podia deixar de fazer".
fonte:
http://www.portuguesetimes.com/Ed_1978/util/beat.htm
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-3 #20 João Lopes 2011-08-29 04:43
Com o devido respeito, se há político do meu país que deve abster-se de falar da democracia, é o senhor José Maria Neves. Pode falar sim, mas de ditadura. Nem mais...
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-4 #21 Democrata só na papel 2011-08-29 05:04
O José Maria só pode ser BI...polar.
Ele pensa que o povo é [*********] e não vê. não ouve, não sente...!
Tornou-se um LATOSO descarado.
O seu discurso (preparado pelos consultores) não condiz com a sua prática política. Ele está perdido no meio das mentiras...
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-3 #22 Djinguilane Andrade 2011-08-29 08:12
Angola o país mais corrupto e [*********] todas as eleições interfere na vida politica cabo-verdiana enviando milhares de contos para os seus comparsas, todo o mundo se lembra das eleições legislativas de 6 de fevereiro havia rios de dinhero na Praia nas mãos de Filú grande amigo dos corruptos angolanos em Sanvicente o avião que aterrou nas vésperas das eleições no Fogo foi o próprio Pedro pires que trouxe o dinheiro sujo de Angola para o Fogo e havia dinheiro sem controle na Djarfogo, o PAICV como disse e bem o próprio Filú e Miguel Costa é um partido sujo, podre e assassinio.Viva FORCV e Forcv deve tomar muito cuidado com essas gentes do mato estão a procurar indicios para criminar a FORCV junto do repatriado dos EUA o Gerson, muito cuidado FORCV com armadilhad do PAICV.
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-3 #23 José Bouquinhas 2011-08-29 08:51
Porque serà que o Jornal do regime de Angola entrevistou Zé Maria?

Porque é que o jornal nao lhe perguntou se ele recebeu de facto 5 milhoes de dolares do Presidente corrupto JOSE EDUARDO?

O Jornal quis sondar o menino Zé para poder informar o patrao de Angola?

Jose Eduardo deve estar furioso com o seu pupilo a quem deu 5 milhoes de dolar para ganhar eleiçoes mas nao fez o trabalhinho bem feito?

Perguntas!!!!

So mais uma: Mas afinal foi Neves que esteve na corrida para ser entrevistado dessa maneira?!!
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+1 #24 joao 2011-08-29 09:01
AOS DIRIGENTES POLÍTICOS: POR FAVOR NÃO CONFUDEM OS ELEIORES. A ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA NÃO TEM NADA A VER COM PARTIDOS POLÍTICOS. O PRESIDENTE PODE TER SIMPATIA OU MESMO MILITANTE DE UM PARTIDO, MAS NÃO REPRESENTA NENHUM PARTIDO. PORTANTO DIZER QUE O escrutínio presidencial em Cabo Verde resultou na eleição de um Chefe de Estado que não é do partido governamental é uma afirmação politicamente errada. O PRESIDENTE NÃO PODE SER DO PARTIDO DO GOVERNO NEM DA OPOSIÇÃO; É UM PRESIDENTE DOS CABO-VERDIANOS.
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+3 #25 Baroneza 2011-08-29 09:26
Joäo Lopes.

Bem txoma Jose Matia di ditador, bu sta é na gozu, rapaz. Será ki bu sabe difini PALAVRA DEMOKRASIA? Parsem ma bu sta confudi Di[*********]si a ku falta di respeitu. Ka nu bem falta rspeitu penssandu ki nu sta distribui DEMOKRASIA, frankamenti. Mas obi li garotu, ka bu xinti mal pamodi n fazebu es porgunta é ki ultimamenti kuazi tudu Kabovedianus tem konfundidu DEMOKRASIA ku falta di respeitu. Y é kel confuson li ki da MPD vitoria na presidensial y nhos é conscienti disso. TOU CERTA OU TOU ERADA. Uki Jose Maria tem feitu pa Kabu Verdi até oji ninguem inda ka fazel y ja mais ta tem algen ki sta bem faze medjor. Dexa Jose Maria em paz y fazi bu trabadju si bu tem um pa bu fazi.
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-2 #26 Pedro V 2011-08-29 09:27
Este PM é a vergonha de nosso país! Mentiroso! Latoso! Complexado (complexo de inferioridade)! Mal educado! Imoral! Corrupto! Baqndido! Criminoso! E até já faltam adjectivos para o qualificar. Até quando os caboverdianos têm que aturar es indivíduo? Dizem que foi o povo que lhe deu o 3ª. mandato, mas eu duvido porque com o dinehrio sujo dos angolanos, qualquer um ganha eleições numa terra transformada em quintal dos corruptos. Aproveitam a ignorância e pobreza do povo para comprar votos e manterem-se no poder a qualquer custo. Quo Vadis Cabo Verde?
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-2 #27 Djodimama 2011-08-29 11:35
O que se passou nas últimas eleções veio a confirmar que o PAICV nunca ganhou as presidenciais em CAbo Verde. Tem havido sim fraudes a grande escala com a colaboração, sobretudo, do Consulado de Cabo Verde em Boston. PAICV constitui uma vergonha para o nosso país e o Sr JMN o maior repsonsável pela situação por que passamos. É preciso respeitar a vontade popular e parar de comprar consciencia das pessoas mais vulneráveis! Viva a democracia e baixo a macacagem!
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-1 #28 VIVA A CIDADANIA 2011-08-29 12:52
JMN é interessante, até depois da derrota continua sendo arrogante. Ele apoiou nos resultados das legislativas para impor o seu candidato ao povo. O MIS surgiu no outro dia, para candidatar. O Sr. pensa que os Cabo-verdianos são [*********]S NA LADEIRA. O que mais admiro a Sua Excelência é a forma de dar o dito por não dito. Já estamos cansados com os seus insultos. Na verdade a divisão do PAICV não dava derrota a ninguém o responsável pela derrota foi o Senhor e a sua cúpula que durante a campanha insultaram a candidatura do Dr. Aristides Lima. A outra causa da derrota é a má escolha feito pelo CN, ora frente esta desastrosa derrota acho que o Senhor e a cúpula do Partido deveriam pôs o cargo a disposição, deveriam sim convocar uma eleição antecipada. Espero que com o regresso do Filo ao parlamento o Sr. o coloca como líder da bancada, porque aquele que o JMN como o todo poderoso indigitou não serve ao grupo. As presidenciais foram muito boas, porque ajudaram-nos a conhecer melhor o Presidente do Partido e a Cúpula. Nós os jovens necessitamos de lideres que transmitem valores e não lideres que insultam os outros. Se não fosse pelos insultos o MIS poderia ganhar, conheço muita gente simpatizantes e amigos do PAICV que na segunda volta votaram no ZONA, eu em particular não votei em ninguém porque considero o ARL com melhor perfil que os outros dois. Tenho a certeza que ele será presidente. A não eleição do Dr. ARL no CN, tem uma dose de inveja, maldade, interesse, vingança que vem desde do passado e muito mais. Enquanto o JMN for líder do partido o meu voto no PAICV é NULO.
O MIS não deveria aceitar o JMN e a Cúpula na sua campanha porque eles estragaram tudo, com a falta de respeito.
Eu sou da cidadania.
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0 #29 Lista de Boys y Ladys 2011-08-29 21:12
Lista de Job for the BOYS da Assomada, em que o único mérito é serem filhos da Assomada da confiança do chefe do PAI-cv JMN:
1ºPedro Carvalho o Consûl Geral em Boston que anda a controlar a vida dos emigrantes e o dinheiro da remessa dos imigrantes caboverdeanos para Cabo Verde!
2ºMaria de Jesus Miranda "Mascarenhas", a Embaixadora em Bruxelas que controla todo o dinheiro da Ajuda da União Europeia para o JMN-PAICV em cabo verde!
3ºDomingos Mascarenhas, Embaixador em Angola que controla os fluxos do Dinheiro de Angola para o JMN-PAICV!
4ºAntónio Jerson Fernandes Semedo, o Diplomata e ex-trasportador de 250 mil dólares e 20.000 passaportes para a fraude eleitoral de Boston -USA!
5ºVerrisimo Pinto-Bolsa de Valores de CV;
6ºFrantz Tavares - ADEI;
7ºAdilson Gonçalves-Director Geral da “Bolsa de Estudos” do Ensino Superior;
8º Adalberto Vieira-Secretário de Estado das Pescas;
9º Fidel Tavares-Director Geral dos Assuntos Judiciários;
10º Horácio Semedo-RTC-Televisão ;
11º Emanuel Miranda-CECV;
12º Vanusa Cardoso-FICASE e Parlamentar;
13º Olinda Miranda-Directora da RCV-Rádio Cabo Verde;
114º José Veiga-Chefe do Gabinete do Primeiro Ministro;
15º Arnaldo Director Geral do Ensino Superior;
16º Alcides Oliveira Presidente INFILTRADO da PRÓ-PRAIA;
17º Zuzano Costa, Bolseiro-Acadêmico “ESPIÃO bufo” da Tertúlia Crioula ele houve e escuta todas as ideias, comentários, fofocas, oponiões das pessoas e envia para o JMN-paicv;
Eles andam a controlar tudo Sociedade Civil, as Bolsas de Estudo, O BANCO e Sistema Financeiro, Bolsa de Valores, Comunicação Social, Sistema Judicial, Apoio e Acção Social, Direcção e Chefia Política do Governo, O Ensino Superior-Eles COMEM TUDO e gozam com o POVO e como Porcos ROTAM na cara do POVO. Os jovens dos Orgãos, Picos, Tarrafal, Calheta, Santa Cruz, Cidade Velha,Praia, Santo Antão, São Vicente, São Nicolau, Sal, Boa Vista, Maio, Fogo, Brava NÃO há nomeações e jobs porque Job for the BOYS é para BOYS e GIRLS da Assomada
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0 #30 Juracema Aladin 2011-08-30 07:05
Parece mentira, mas é verdade. E não só é verdade como é estranho e coincidentes estes jornais ligados aos "ex" partidos únicos, tanto em Angola como em Cabo Verde: Quando todos esperavam ler as primeiras entrevistas com o Presidente Eleito, tanto Semana quanto o JA entrevistam o principal derrotado. Ou seja, a eles interssa muito mais saber das dores de cada um do que a palavra do PR eleito. Vai ver, tanto Semana quanto JA têm o mesmo accionista. Não é estranho, não!
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