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Como definer-te mãe mana Esmeralda, brilhante pérola Não nenhuma brilhante emana O que tens na alma, nem a mansa rola.
És nada, és tudo, és mãe mana A água cristalina na cascata que rola A fruta que alimenta – celestial mana A amiga que nos consola com o seu olá!
A música dos poetas e trovadores Cantores, cancioneiros, escritores Mãe, és a estrela que cintila na noite escura
Modelo de desenhadores, pintores e escultores A obra prima dos criadores e construtores O remédio milagroso que nos cura.
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Carlos Spínola
BIO
Carlos Spínola, foi técnico social em Cabo Verde, por 10 anos, antes de emigrar para os Estados Unidos em 1994. É formado na área da saúde e serviços sociais pela Universidade Roger Williams, Rhode Island. É membro activo em várias organizações que promovem a educação, cultura, saúde e justiça social. Em Outubro de 2011 foi eleito Secretário da Direção da CVAMA – Capeverdean American Media Association.
Atenção: As opiniões expressas pelos colunistas não representam a posição da FORCV. Elas apenas traduzem o ponto de vista dos mesmos. A FORCV publica artigos de opiniões de diferentes colunistas com o intuíto de apresentar diversos pontos de vistas aos nossos leitores. Por isso, convidamos pessoas interessadas a enviar artigos de opiniões para editor@forcv.com.
Comments
Que felicidade, Carlos Spinola, teres contigo a tua mãe!Invejo-te!
Talvez seja a única forma saudável de INVEJAR. Pois é um invejar que não é egoista.É um invejar que é um DESESJAR bem a todos todos. Um bem supremo: Ter a nossa mãe connosco.
A todas as mães da Brava, a todas as mães de Cabo Verde, a todas as mães do mundo a minha gratidão e o meu afecto.
Parabens a tua mãe que tem um filho como tu.
Joel Manuel Mendes
À minha mãe e a todas as mães do Céu:
Mãe
Daria tudo, tudo,
até a própria vida
para que estivesses,
aqui,
agora,
ao pé de mim.
Sentir sómente,
em silêncio,
a tua voz serena...
o lento palpitar do teu dorido coração...
ouvir menino
o teu cantar de amor
os versos breves
que então choravas:
"Adeus, Adeus gentil rainha
de névoas coroada,
Adeus, ó terra amada!..."
Mas a minha vida
ai mãe,
ainda assim pouco seria
e demasiado pouco...
Seria apenas devolver-te
o que teu era
e me deste um dia...
Mãe
dar-te-ia sim:
este amor imenso
(que é meu somente)
e a saudade infinda
que me tem ainda
a viver...sem mim.
Joel Manuel Mendes
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