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SÃO TOMÉ E PRINCÍPE -- Nas suas visitas às comunidades cabo-verdianas, em especial as de África (S.Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Senegal), a Ministra das Comunidades, Fernanda Fernandes, constatou que um dos problemas mais apontados tem sido as dificuldades na aquisição da nacionalidade cabo-verdiana por parte dos descendentes de cabo-verdianos.
Tratando-se de comunidades antigas e com características especiais, muitos descendentes não têm conseguido adquirir a nacionalidade de origem, na sua maioria por não reunir as condições exigidas por Lei, chegando alguns à situação de apátridas. A falta de provas documentais sobre as suas origens tem sido um dos principais constrangimentos.
Num trabalho conjunto que envolve o Ministério das Comunidades, Ministério da Justiça e Ministério das Relações Exteriores, a Direção Geral dos Registos, Notariado e Identificação acaba de concluir positivamente 492 processos de nacionalidade da comunidade cabo-verdiana de S. Tomé e Príncipe, o que vem resolver muitos constrangimentos resultantes da não identificação a que estavam sujeitos, ao longo de anos.
Continua o trabalho conjunto no sentido de se identificar e resolver os casos pendentes, não só da comunidade cabo-verdiana de S. Tomé e Príncipe, mas também de outras com o mesmo problema.
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Comments
Primeru: Es sta traze presidentis de camaras ki ganha eleison na kabu verdi (ki nos nu ka ta vota)
dos: Kes festas e pes ranja dinheru pes kontinua ta passia;
trez: Pamodi es ka ba festeja la na undi kes ganha, ku kes guentis ki vota nes;
quatu: Kes festas e di grassa???
O outro (= Sidonio) era preguicoso. Como um tipico sampadjudo, so tinha garganta e basofaria. Enquanto que essa nova ministra, com o seu feitio tipico de badio, fala pouco mas faz muito.
VIVA NOS MINISTRA FERNANDA FERNANDES!
E verdinha de nos quesi cre. Mas como nos imigrantes du ta da so pa tana, du ta abrisi pernas de nos carteira horas quesi bem com comberso fiado. Triste go.
Nhos tchimam candin Rodrigues!
E a um so tempo alertei-lhe que esse vinha em representacao dos meus inimigos.
Mas ela nao se importou,
E se marimbou.
Quando o meu amigo,
Indimigo,
As tantas, lhe pescou o seu esquerdo olho,
Ela entao, pequinina como um piolho
E azeda como um tortolho,
replicou –lhe com um verde, rendilhado e encopado sorriso de repolho.
E se é verdade que um olhar nos conta segredos
Da almas e o mesmo representa um espelho
Que vai além, além, além da visão,
Janela aberta para o coração!!??
Diabo,entao so me resta encomendar uns pares de bardas
Para algumas albardas.
Djuze Derriba,XATIAGU GO.
obrigado
A nacionalidade caboverdeana e-lhes dado pela lei e por isso nao eh nenhum favor como a noticia deixa entender.
Alias Cabo Verde e seus gobernantes (quer de um partido quer de outro)teem sido ingratos para com os nossos irmaos de S.Tome. Com boa vontade, muitos dos idosos poderaim estar de volta a terra onde sonharam sempre voltar. Cabo Verde tem milhares de emigrantes vibndos da Africa e nao so oque quer dizer que poderiamos absovel alguma milhares vindos de STOME.
O maos ingato pore, sao aqueles politicos qee nascidos em STome, e esrtando num pedestral como a Asembleia, nunca aventaram esta ideia do retorno. Esse foi o cavalo de luta dos nossos irmaos do Mato, mas assim que chegaram a CV, adeus a ideia.
N'fika kontenti ku kel notisia li!
Viva Povo soberano di Kabu Verdi!
Ao sr. "sábio intelectual" um esclarecimento: O Casimiro de Pina tem razão quando diz que o voto obrigatório é inconstituciona l, porque em C.V. a constituição assim o determina. Se o sr. "sábio" quiser defender a obrigatoriedade de votar está no seu direito mas primeiro terá de lutar para que se mude a constituição de C.V. Antes, não!
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