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Depois de tantos elogios que Cabo Verde tem vido a receber da comunidade internacional no decorrer dos anos, ontém o arquipélago atlântico recebeu uma que deixa uma mancha negra na reputação do país: corredor da droga.
É assim que ele foi referenciada na reunião da G8, um forum dos governos das oitos maiores economias do mundo, que começou ontém em Paris.
O Primeiro-ministro José Maria Neves tentou tapar o “sol com a peneira”, mas a reputação deixa um sabor amargo para o nosso país no cenário internacional.
Veja video:
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Como é isso? Cabo Verde não pode receber os que nada fazem nos seus paises e nada fazem na nossa terra. Temos muitos desempregados e não podemos aceitar esse mostruàrio de gente a vender oculos escuros e continhas "oficialmente". Não vivem disse e todos bem o sabem.
Vendem bugigangas como "souvenir" da terra deles e não o que é nosso.
Minha gente, lembranças é dos pais onde os visitantes passam. isso de comprar em CV lembranças do Continente não entra na cebeça de ninguém. O turista vai para o que é local e nunca o que é estrangeiro.
As autoridades estão com um sentimentalismo fora de lugar e se não reverem a cartilha vamos para as calendas de onde ninguém volta.
Devemos começar por não aceitar os "turistas ociosos" que ali ficam com trabalhos duvidosos. A Policia das Fronteiras deve ser mais rigorosa e o Governo mais atento nas suas viagens internas. Um ocioso pode ser um "cavalo de troia", um potencial vendedor de "qualquer coisa" para poder viver.
Dizem "não te fies no cão que não ladra". Pudera ! Não ladra para não ser apanhado e caem na armadilha de "ele està sussegado". Os Municipios também deviam ser mais atentos porque são responsaveis pelos cidadãos na higiene e na segurança. Vendedores ambulantes têm de ser controlados como outrora se fazia. Tendas na rua, mulheres sentadas nas portas... Isso, além de anti-higienico é pràtica de comércio ilicito. E as senhoras nos Mercados ficam às moscas. Não é normal e podem fazer valer a vossa escolha no dia das eleições porque de parolos estamos fartos.
Nita, tens perfeitamente razão. CV não pode receber mais pessoas quando os nossos estão sem emprego. Tendo dito isto, CVs deveriam ficar em casa em vez de (alguns, como os do continente em CV) andar pelas ruas de Roterdão, Paris, Lisboa, Stockolm, Bruxelas, Madrid erc, a vender drogas e roubar os locais. Somos antes de tudo uma nação de emigrantes habituados a sair à procura duma vida melhor, e que eu saiba os vendedores de óculos escuros fazem a mesma coisa (nha genti kantu oculo sukuro nu mesti?), tentam viver melhor que no país onde nasceram. É claro que os "fora-leis" devem ser expulsos, mas não nos esqueçamos que CV não existiria hoje sem nossos pais, irmãos, mães, irmãs e outros familiares e amigos terem saídos à procura do sustento que em CV não tínhamos.
Conheço um número incalculável de CVs que vivem do comércio de drogas na Holanda e França. Seus familiares em CV beneficiam da "generosidade" desses, cuja "riqueza" foi adquirida destruindo as vidas de filhos cujos enterrados por pais que por sua vez cometeram o irreparável. Sabemos todos que esses não têm contas bancárias em CV com milhares de contos com o trabalho de "barri tchon" ou "pedrero", quando trabalho têm. Não leio condenações sobre os que, após 4 anos em Roterdão, regressaram a CV com maletas cheias de "troco". Onde está a indignação? Onde está a compaixão para com os pais que perderam um filho, quando se sabe que esse dinheiro causou a morte do tal?
Que diferença entre o vendedor de óculos escuros e o vendedor de "farinha" em Paris?
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